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Zezé Di Camargo desabafa sobre o pai: ”Ainda dói muito”

Zezé Di Camargo abriu o coração e falou sobre o pai, Seu Francisco, que faleceu em novembro de 2020.

“Tive o privilégio de viver com o meu pai os últimos meses de vida dele e isso me fez muito feliz. Claro, que eu não esperava que ele fosse embora porque eu acreditava que ele poderia ainda viver um bom tempo com a gente, mas a vida é assim e temos que estar preparados para tudo que a ela coloca no nosso caminho. São cinco meses, mas parece que foi ontem porque ainda não cicatrizou a ferida e acho que nunca vai cicatrizar. Pode diminuir o tamanho, mas  é uma ferida que vai ficar aberta. A saudade aumenta a cada dia e eu vejo muito ele aqui na fazenda. Evito ao máximo de ver as minhas postagens com ele. Ainda dói muito a falta do meu pai. Já acordei várias vezes assustado em saber que ele não está mais aqui. A mesma sensação que tive com o Emival, que morreu muito novo. O que me alenta é que eu honrei muito o meu pai e a minha mãe e  que amei ele demais”, disse ele em um bate-papo com a colunista Fábia Oliveira, do jornal O Dia.

Na ocasião, o sertanejo também falou sobre a canção É o Amor, que completa 30 anos nesta segunda-feira, 19. “Não paro para pensar nessa história de que estou entre os maiores artistas do século XX. Sei que ‘É o Amor’ está entre as 100 músicas do século XX isso me deixa muito feliz porque sou o compositor e o intérprete, mas eu nunca parei para pensar em que lugar eu estaria na MPB. Me sinto muito feliz porque eu sou um menino que saiu lá de Sitio Novo, interior de Goiás, passei por muitas dificuldades e chegar onde a gente chegou é motivo de muito orgulho, prazer, responsabilidade e gratidão. O sentimento que mais tenho no coração é gratidão. Gratidão a Deus por ter me dado o privilégio de mudar a situação da minha vida e da minha família através da minha música e gratidão ao povo brasileiro que nos colocou até aqui e me deu a oportunidade de mostrar a minha história musical”.

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